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Brasileiros desejam comprar na Black Friday, mas pretendem economizar

 Por Imprensa Mercado & Consumo

Dados do site e aplicativo de comparação de preços Zoom apontam que 95% dos consumidores brasileiros desejam fazer compras na Black Friday. Desses, 57% pretendem gastar mais de R$ 1.000 na data, que acontecerá em 23 de novembro.

Apesar disso, 67% não desejam comprometer o 13º salário com compras e 58% dizem que fizeram uma reserva para aproveitar as promoções. Cerca de 62% desejam aproveitar a ocasião para antecipar as compras de presentes para o Natal, como estratégia para economizar.

Para 77% dos consumidores, o preço é o fator determinante para fechar a compra. As categorias de produtos mais desejadas são: eletrônicos (53%), eletrodomésticos (52%), celulares/smartphones (50%), artigos de informática (38%) e itens de casa e decoração (23%).

“Na hora de escolher em que loja aproveitar a Black Friday, o preço é o fator determinante, mas isso não exclui a importância dos varejistas oferecerem uma boa experiência de compra. Isso se torna um desafio principalmente em um momento com uma demanda tão alta. Receber o seu produto no prazo e poder contar com um atendimento personalizado no pós-venda são fatores cada vez mais importantes para os consumidores”, afirmou Thiago Flores, CEO do Zoom.

“A Black Friday já está consolidada no mercado brasileiro. Na pesquisa desse ano, assim como nos anteriores, mais de 90% dos participantes afirmaram que pretendem aproveitar a data. Isso mostra que os varejistas já estão com operações maduras para apresentar descontos expressivos durante o evento”, esclareceu Flores.

Lançada a primeira criptomoeda voltada para o varejo, criada no Brasil

Será lançada em novembro a primeira criptomoeda voltada para o varejo. Batizada de Wibx ela deverá ser usada exclusivamente nas trocas entre marcas e consumidores do varejo. A moeda digital foi criada em São José dos Campos, a partir de um projeto que custou quase R$ 5 milhões em três anos, com o apoio do Grupo de Pesquisa em Engenharia de Software do ITA (Instituto Tecnológico Aeronáutico).

A criptomoeda deve funcionar como um sistema de pontuação aos consumidores quando acessam as páginas dos varejistas que utilizam a plataforma da Wibx. Para conseguir uma unidade da criptomoeda, chamada token, o cliente precisa recomendar o varejista em suas redes sociais.

Os tokens poderão ser usados para a aquisição de produtos ou serviços de varejistas oferecidos na plataforma e ainda trocá-los por outras criptomoedas em bolsas focadas nas moedas virtuais.

Os tokens não podem ser regulados pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), pois tem um uso específico, sendo, por isso, conhecidos como utility tokens. A oferta inicial da moeda não exige aprovação do controlador do mercado de capitais e será feita em um site, uma plataforma virtual, de forma semelhante ao que acontece nas ofertas de ações.

No início, serão oferecidos 12 bilhões de tokens, com um valor final previsto de US$ 0,04 por unidade, em processo que deve ser encerrado em fevereiro de 2019.

Franquias de alimentação crescem 8,1%, diz associação

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Por Agência Brasil

De acordo com o ABF, o valor de R $ 11,8 milhões no trimestre de junho a agosto; culinária asiática se destaca com crescimento de 9% no período

Como  Franquias  de  Alimentação  cresceram  8,1%  de junho a agosto em Comparação com o Trimestre anterior, Segundo Balanço da Associação Brasileira de Franchising ( ABF ), com hum Faturamento de  R $ 11,8 bilhões . O segmento da  culinária Asiática  Teve hum Desempenho AINDA Melhor, registrando Expansão de 9% no Período.

The coordinated of food-service in the ABF, João Baptista da Silva Júnior, o que é o aumento do número de lojas. A definição de acordo com esse crescimento é feita com base nos índices de desemprego: “O movimento no capital, o movimento de influência econômica que está ocorrendo na sociedade como as pessoas busquem fontes de renda. Uma das possibilidades de fonte de renda é o empreendedorismo.

Neste contexto, as franquias – quando se abre uma loja de uma rede com a marca consolidada -, aparece, na avaliação de Baptista, como uma opção menos arriscada. “É mais seguro quando você opta pelo sistema de franquias”, enfatiza.

O setor também tem beneficiado, segundo ele, da melhora da confiança dos consumidores na economia. “As pessoas estão vendo uma perspectiva de melhoria. Acho que a pior parte da crise já passou ”, acrescentou.

As empresas do ramo estão investindo, de acordo com a Baptista, em inovações que vão ao encontro das novas demandas contra os clientes. “No setor de alimentação, um setor que está crescendo com essa transformação é o delivery. Cada vez mais as pessoas têm mais problemas de deslocamento ”, exemplificou.

No segundo trimestre deste ano, o setor de alimentação de energia elétrica faturou R $ 10,95 bilhões, 9,5% mais que no período de abril a 2017. O setor de negócios como um todo registrou expansão de 6,8% Não houve um primeiro semestre de 2018 em comparação com o ano passado, em um montante total de R $ 79,5 bilhões.