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McDonald’s vai oferecer pagamento sem contato da Sem Parar

Os clientes que usarem o Drive-Thru da marca poderão receber a cobrança no sistema que abre as cancelas de shoppings e pedágios

Os clientes do McDonald’s que utilizam o Drive-Thru poderão utilizar o Sem Parar para o pagamento das suas refeições. O acordo entre líderes de mercado prevê a instalação, nos próximos meses, do sistema em todas as unidades que possuem o Drive-Thru.

A parceria deve beneficiar as duas empresas, já que o Sem Parar entra em um novo segmento e o McDonald’s gera comodidade ao clientes. “Estamos muito felizes com essa parceria, porque ela amplia a conveniência para o cliente.. O consumidor pode escolher onde comprar e como pagar e isso dá a ele uma experiência de consumo consistente”, afirma Paulo Camargo, Presidente da Divisão Brasil da Arcos Dorados, franquia independente do McDonald’s.

Cerca de 100 Drive-Thrus da rede de fast food devem oferecer pagamentos sem contato até o fim de janeiro de 2019. O prazo para que todas as lojas recebam a tecnologia é novembro do ano que vem.

Fernando Yunes, presidente do Sem Parar, afirma que a solução da empresa gera conforto aos consumidores. “No momento em que o dinheiro e o cartão estão sendo trocados por aparelhos celulares e aplicativos, o Sem Parar deu um passo além e criou o pagamento por voz. Basta o cliente dizer ‘vou pagar com o Sem Parar’ e pronto, a conta está paga!”.

 

Startup lança loja de aplicativos para varejistas

A Hiper, empresa catarinese, disponibiliza quatro soluções para que pequenos lojistas montem um produto personalizado. Startup também vai investir em marketing digital

Crédito: Pexels

Uma startup catarinense desenvolveu uma loja de aplicativos para varejistas. A ideia da Hiper é que os clientes menores que precisam de soluções específicas possam montar um produto personalizado e sob medida. O lançamento da plataforma aconteceu no evento Hiperadores, realizado anualmente pela empresa.

A solução da Hiper é pensada para atender gestão e vendas de diferentes tipos de comércio ou prestadores de serviço. Para isso, a startup desenvolve diferentes soluções: o Hiper Gestão, que permite a gestão completa da loja na nuvem; o Hiper Loja, que permite a operação da loja sem a necessidade da internet, sincronizando os dados com a nuvem de maneira transparente; o Hiper Vendas, um aplicativo capaz de gerar orçamentos e pedidos de vendas; e também o Hiper Mini, desenvolvido para quem está começando seu negócio.

“Nós atendemos diferentes empreendedores. Alguns precisam de nota de serviço, outros precisam gerenciar comissão, ou integrar com loja virtual e há aqueles que querem apenas a solução simplificada. Percebemos que criar uma solução modular seria a melhor alternativa para nossos clientes. Não seria justo acrescentar muitas funcionalidades, aumentando o preço da nossa tecnologia e não entregando valor para quem não precisa”, comenta Tiago Vailati, CEO da Hiper.

Além do anúncio da nova funcionalidade, o CEO compartilhou durante o evento que a Hiper planeja investir R$ 1 milhão em marketing digital e fundar a “Central de leads” para capturar possíveis clientes que serão repassados para seus parceiros. “Estamos montando um braço na Hiper que será a extensão de marketing e vendas dos Hiperadores. Vamos entregar clientes potenciais para nossos revendedores e planejamos, com isso, ajudar no crescimento dos nossos parceiros”, explica Vailati.

O poder do ecossistema: o varejo abre as portas para a economia digital

Empreender a transformação pode ser penoso para uma empresa individualmente. O Money 20/20 mostrou como ecossistemas podem ser benéficos para empresas varejistas. Entenda

Crédito: Jacques Meir

Os últimos anos foram caracterizados por um severo ataque da economia digital dirigido a grandes e médios varejistas. Este é um dos temas mais explorados no âmbito do Money 20/20 2018. O painel “O poder do ecossistema: o varejo abre as portas para a economia digital” trouxe James Wester, Diretor de Pesquisas da Payment Strategies, debatendo com Robert Clarkson, Diretor Geral da PayPal para a América do Norte, a respeito das oportunidades e desafios do varejo na economia digital. De que forma as redes varejistas poderão reagir às novas tecnologias digitais, à mobilidade que envolve todos os negócios e como exploraresses caminhos a serviço do engajamento com os consumidores?

A PayPal montou um ecossistema poderoso, de alcance global, centrado nos varejistas e nos consumidores, envolvente e em evolução. Essa iniciativa ainda encontra poucos similares nos diferentes mercados. James Wester, do IDC questiona se o ecossistema pode proteger e melhorar as condições dos varejistas responderem aos desafios das mudanças provocadas pela transformação digital. Segundo Robert Clarkson, da PayPal, o varejista. Precisa optar por um de dois modelos, centralizado e descentralizado. É importante que os varejistas tenham em mente que 67% das transações hoje se iniciam no meio mobile, nos EUA, com níveis de adoção similar e expansão acelerada em outros mercado. O ecossistema pode ajudar a tornar essas transações mais simples, mais plugadas com estratégias de negócio e com as necessidades dos clientes.

Grandes varejistas também podem se beneficiar de ecossistemas, podem ganhar nesse formato ou devem formar suas redes. James questiona se os sistemas de pagamento conseguem gerar valor real para os varejistas. E em que nível é possível compartilhar valor. O executivo do PayPal afirma que a empresa combina diversas fontes de conhecimento do comportamento do consumidor e podem até mesmo oferecer soluções de gestão de risco como serviço, colaborando para tornar o negócio da empresa varejista mais previsível.

O grande obstáculo, no entender de Robert, é o número expressivo de cidadãos, em diversos mercados que não têm acesso a produtos financeiros e meios de pagamento digitais. A missão da PayPal é permitir que mais e mais pessoas possam ter acesso a esses serviços, habilitar consumidores a fazerem uso de soluções digitais de pagamento. Quanto mais consumidores, mais vendas, em ciclo virtuoso.

Segundo James, há outro desafio, a proteção de dados dos consumidores. Em linhas gerais, Robert concorda que a regulação cumpre seu papel e que é necessário trazer proteção para consumidores, principalmente com o uso de seus dados. “É uma responsabilidade imensa cuidar dos dados de milhões de consumidores, fazer com que eles se sintam confortáveis em compartilhar seus dados para que possam ser beneficiados por essas informações, ainda assim, todo cuidado é válido”, pontua o executivo.

A proposta de valor de um ecossistema é plenamente entendida pelos consumidores? Robert fala das experiências da plataforma Venmo, mantida pela PayPal, no modelo P2P (pessoa para pessoa) – um serviço de pagamentos sociais que permite a amigos, parentes e consumidores especialmente selecionados a transmitirem recursos e fazerem transferências entre si. A Venmo traz recomendações para que os participantes usem os recursos, os fundos que giram na plataforma em lojas, no varejo, para enriquecer e mobilizar o ecossistema.

Até que ponto essa revolução digital e a criação de ecossistemas não subestimam a força ainda presente do varejo físico? Mas de maneira geral, a PayPal confia que as melhores escolhas sempre prevalecem, e permitem a empresas e clientes extraírem o melhor de suas transações conjuntas. A PayPal quer ser um elo, um hub que lubrifica e faz o sistema funcionar.

Essa é uma estratégia que merece ser estudada pelo nosso varejo, ainda reticente em investir em tecnologia, para viabilizar uma atuação digital mais consistente e obter aprendizados. Esse conhecimento pode ser utilizado para o desenvolvimento de plataformas próprias com aberturas para integrações variadas e expansão potencial de negócios.

Para além de abrir canais digitais ou canais a esmo, participar de ecossistemas é uma ação com força para permitir uma adaptação da cultura varejista para um mundo digital.

Grupo Avenida abre 100ª unidade

Por Imprensa Mercado & Consumo

O Grupo Avenida abrirá sua centésima loja. A filial ficará localizada no shopping Estação Cuiabá, na capital mato-grossense, que também abrirá suas portas para o público pela primeira vez. A capital mato-grossense é a cidade onde o grupo surgiu. Com esta unidade e outras, que serão inauguradas em 1º de novembro, em Aparecida de Goiânia (GO), e 8 de novembro, em Ananindeua (PA), o grupo todo passará a contar com 122 lojas, sendo 102 Avenida e 20 Giovanna Calçados.

De acordo com Rudá Azambuja Santos Junior, diretor de expansão do Grupo Avenida, este crescimento consolidou-se ao longo dos últimos anos, apesar do momento difícil que o país vem atravessando. “Temos olhado adiante com uma visão mais otimista. Se estamos crescendo e criando musculatura num cenário difícil, quando o Brasil de fato retomar os índices positivos, a tendência é crescermos ainda mais. Olhamos a crise sob um aspecto sempre da cautela e aprendizado, mas nunca deixamos de ficar atentos às boas oportunidades’, explicou Rudá.

Neste ano, a companhia completou 40 anos, sendo uma das maiores redes de varejo de moda da região centro-norte e uma das 10 maiores do Brasil, presente em 11 estados (Acre, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Rondônia e Tocantins). Para festejar a data, houve o lançamento de um livro que conta toda a trajetória do Grupo Avenida. “Nossa meta é continuar crescendo, mas com planejamento e resultados consistentes. Privilegiamos os mercados identificados com o nosso público e sempre consideramos nossas rotas logísticas e regiões em que já estamos”, comenta Rodrigo Caseli, CEO do Grupo Avenida.

 

A sustentabilidade vai aos shoppings

Master Imobiliário - Centro de Compras

De onde é o Brasil, em Pernambuco, até quase uma ponta de baixo, no Rio Grande do Sul, aproveitando os investimentos em água e eletricidade, de olho na sustentabilidade do negócio. O é é fechar com contas, no fim do mês, com menor custo de operações e manutenção.

 Adotando tal prática, dois shoppings foram editados nas edições especiais do Master Imobiliário, um em Olinda e outro em Canoas, com o Majoritário da comissão julgadora, que definiu uma premiação. Em ambos os casos, destaque para a tecnologia em itens que tornam uma edificação sustentável.

Parceria da HBR Realty (Helbor) e Grupo CM, o Patteo Olinda Shopping recebeu o prêmio por inovações tecnológicas. O projeto foi escolhido para gerar o máximo de eficiência, olhar, entre as soluções adotadas, uma instalação pela fachada, o sistema de ar condicionado com termoacumulação, uma reutilização de águas pluviais e o dispositivo de recuperação de energia, que conferem “Alto grau de sustentabilidade ao empreendimento”.

Construído pela Multiplan, o Parkshopping Canoas obteve um troféu de empreendimento comercial. Localizado na região metropolitana de Porto Alegre, o shopping está integrado ao principal parque municipal de Canoas por uma passarela metálica de 60 metros de comprimento. “É referência em sustentabilidade”, diz o voto do júri.

Para entretenimento, o destaque no Parkshopping é uma arena de patinação no gelo, com pista de 450 m². Espaços lúdicos para crianças, cinemas, restaurantes com varanda para o parque e centro de eventos, além da tela de LED com 63 m², completam um oferta de lazer.

O projeto integrou o empreendimento ao Parque Getúlio Vargas, uma área verde de 28 mil m², onde a Multiplan investiu R $ 35 milhões em melhorias, como o lago com luminárias, um espaço e uma praça de eventos. “O primeiro a fazer compras é a natureza, o entretenimento, a fissura, os serviços e a sustentabilidade num determinado empreendimento”, diz o vice-presidente de desenvolvimento da Multiplan, Marcello Barnes.

Desenvolvido com foco no baixo custo condominial, o shopping é o 19º da Multiplan. Para Barnes, o item principal é uma planta fotovoltaica de 4.160 painéis com capacidade de produção de 1,3 megawatts. “O investimento foi de R $ 6 milhões”, diz.

A empresa também adotou placas solares no estacionamento, reúso de água, estação de tratamento de esgoto e chillers (resfriadores de água) de baixo consumo. Barnes afirma que “o custo condominial por metro quadrado do Parkshopping é 23% menor do que a média do portfólio da Multiplan”.

Master Imobiliário - Centro de Compras
Átrio. No topo do Patteo Olinda, claraboia fornece luz natural para a área interna  Foto: Thiago Medeiros / HBR Realty / Divulgação

No Patteo Olinda, inaugurado em abril, uma inovação foi o controle de ruído e menor consumo de eletricidade com o sistema de ar condicionado, que utiliza chillers de última geração. Segundo José Luiz Muniz, diretor do Grupo CM, o “chiller com tecnologia de rolamento magnético” tem eficiência 20% superior aos convencionais e reduz o barulho em até 50%. Ele ressalta a performance da “operação que não usa óleo” e cita os motores do sistema, que reduzem o consumo de energia elétrica em 20%.

Henrique Borenstein, diretor-presidente da HBR Realty, também aponta como ponto principal os equipamentos de ar condicionado, atrelados a três torres de resfriamento. É a termoacumulação, que tem como objetivo, reduzir o custo com energia. O sistema utiliza tanques de água gelada, que armazenam carga térmica de madrugada, quando o custo é mais baixo. São três tanques de 1,5 milhão de litros cada um. “Pode-se alcançar economia de luz de até 70%”, calcula Borenstein. Com bombas de recirculação, o conjunto custou US$ 11,7 milhões.

O Patteo Olinda tem sete pavimentos, incluindo os três de garagens. No terceiro piso comercial, destinado ao lazer, com cinemas e praça de alimentação, existe terraço com vista para o oceano. A fachada ventilada, que aproveita as brisas marinhas através de um vão no corpo da edificação, reduz a temperatura interna, gerando economia de energia no sistema de climatização de R$ 37 mil por dia.

Investimentos criam 8 mil empregos

Com investimento de R $ 500 milhões, o Patrocínio Olinda teve mais de 1 milhão de obras atuando nas obras. Agora, o shopping impulsiona uma economia local, com 5 mil empregos diretos. Existem lojas, pontos de gastronomia, lazer e serviços, além de cinemas, academia e uma universidade. É o primeiro shopping de Olinda, a cidade da Região Metropolitana do Recife. Com uma população de 391 mil habitantes é uma grande maior de Pernambuco.

Criado com base em entretenimento, entretenimento e natureza, o Parkshopping Canoas absorveu investimento de R $ 750 milhões. Foram criados 2,5 mil empregos na obra e, agora, são mais de 3 mil em sua operação.

Brasileiros desejam comprar na Black Friday, mas pretendem economizar

 Por Imprensa Mercado & Consumo

Dados do site e aplicativo de comparação de preços Zoom apontam que 95% dos consumidores brasileiros desejam fazer compras na Black Friday. Desses, 57% pretendem gastar mais de R$ 1.000 na data, que acontecerá em 23 de novembro.

Apesar disso, 67% não desejam comprometer o 13º salário com compras e 58% dizem que fizeram uma reserva para aproveitar as promoções. Cerca de 62% desejam aproveitar a ocasião para antecipar as compras de presentes para o Natal, como estratégia para economizar.

Para 77% dos consumidores, o preço é o fator determinante para fechar a compra. As categorias de produtos mais desejadas são: eletrônicos (53%), eletrodomésticos (52%), celulares/smartphones (50%), artigos de informática (38%) e itens de casa e decoração (23%).

“Na hora de escolher em que loja aproveitar a Black Friday, o preço é o fator determinante, mas isso não exclui a importância dos varejistas oferecerem uma boa experiência de compra. Isso se torna um desafio principalmente em um momento com uma demanda tão alta. Receber o seu produto no prazo e poder contar com um atendimento personalizado no pós-venda são fatores cada vez mais importantes para os consumidores”, afirmou Thiago Flores, CEO do Zoom.

“A Black Friday já está consolidada no mercado brasileiro. Na pesquisa desse ano, assim como nos anteriores, mais de 90% dos participantes afirmaram que pretendem aproveitar a data. Isso mostra que os varejistas já estão com operações maduras para apresentar descontos expressivos durante o evento”, esclareceu Flores.

Lançada a primeira criptomoeda voltada para o varejo, criada no Brasil

Será lançada em novembro a primeira criptomoeda voltada para o varejo. Batizada de Wibx ela deverá ser usada exclusivamente nas trocas entre marcas e consumidores do varejo. A moeda digital foi criada em São José dos Campos, a partir de um projeto que custou quase R$ 5 milhões em três anos, com o apoio do Grupo de Pesquisa em Engenharia de Software do ITA (Instituto Tecnológico Aeronáutico).

A criptomoeda deve funcionar como um sistema de pontuação aos consumidores quando acessam as páginas dos varejistas que utilizam a plataforma da Wibx. Para conseguir uma unidade da criptomoeda, chamada token, o cliente precisa recomendar o varejista em suas redes sociais.

Os tokens poderão ser usados para a aquisição de produtos ou serviços de varejistas oferecidos na plataforma e ainda trocá-los por outras criptomoedas em bolsas focadas nas moedas virtuais.

Os tokens não podem ser regulados pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), pois tem um uso específico, sendo, por isso, conhecidos como utility tokens. A oferta inicial da moeda não exige aprovação do controlador do mercado de capitais e será feita em um site, uma plataforma virtual, de forma semelhante ao que acontece nas ofertas de ações.

No início, serão oferecidos 12 bilhões de tokens, com um valor final previsto de US$ 0,04 por unidade, em processo que deve ser encerrado em fevereiro de 2019.

Franquias de alimentação crescem 8,1%, diz associação

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Por Agência Brasil

De acordo com o ABF, o valor de R $ 11,8 milhões no trimestre de junho a agosto; culinária asiática se destaca com crescimento de 9% no período

Como  Franquias  de  Alimentação  cresceram  8,1%  de junho a agosto em Comparação com o Trimestre anterior, Segundo Balanço da Associação Brasileira de Franchising ( ABF ), com hum Faturamento de  R $ 11,8 bilhões . O segmento da  culinária Asiática  Teve hum Desempenho AINDA Melhor, registrando Expansão de 9% no Período.

The coordinated of food-service in the ABF, João Baptista da Silva Júnior, o que é o aumento do número de lojas. A definição de acordo com esse crescimento é feita com base nos índices de desemprego: “O movimento no capital, o movimento de influência econômica que está ocorrendo na sociedade como as pessoas busquem fontes de renda. Uma das possibilidades de fonte de renda é o empreendedorismo.

Neste contexto, as franquias – quando se abre uma loja de uma rede com a marca consolidada -, aparece, na avaliação de Baptista, como uma opção menos arriscada. “É mais seguro quando você opta pelo sistema de franquias”, enfatiza.

O setor também tem beneficiado, segundo ele, da melhora da confiança dos consumidores na economia. “As pessoas estão vendo uma perspectiva de melhoria. Acho que a pior parte da crise já passou ”, acrescentou.

As empresas do ramo estão investindo, de acordo com a Baptista, em inovações que vão ao encontro das novas demandas contra os clientes. “No setor de alimentação, um setor que está crescendo com essa transformação é o delivery. Cada vez mais as pessoas têm mais problemas de deslocamento ”, exemplificou.

No segundo trimestre deste ano, o setor de alimentação de energia elétrica faturou R $ 10,95 bilhões, 9,5% mais que no período de abril a 2017. O setor de negócios como um todo registrou expansão de 6,8% Não houve um primeiro semestre de 2018 em comparação com o ano passado, em um montante total de R $ 79,5 bilhões.

Divulgação

Parque de São Paulo terá área com 25 mil m² de Mata Atlântica nativa

Hoje, foi noticiado nos jornais que São Paulo é a cidade mais populosa do país, com 12,2 milhões de pessoas. Na contramão, é uma das cidades que menos possui área verde de mata natural.

Diferente de muitas capitais do mundo, São Paulo cresceu sem planejamento, com ruas estreitas e áreas verdes de proteção permanente limitadas. Para mudar um pouco essa história, a Gamaro Incorporadora projetou “O Parque”, empreendimento que consiste em juntar torres residenciais, empresariais e a natureza com acesso público em uma só área. O bairro escolhido é o Brooklyn, localizado na área da capital. O parque será um atrativo ao público que busca mais qualidade de vida e contato com a natureza.

A flora do parque
O lugar terá 25 mil m² de flora nativa da região paulista escolhida a partir do investimento da Gamaro em pesquisas para detectar técnicas de germinação de sementes raras, sobre as quais não havia nenhum tipo de registro, como o cauaçu e a carqueja da serra do mar. Além disso, serão replantadas espécies como capim de rabo de burro, taboa do brejo, macela do campo e alecrim do campo. Segundo Ricardo Cardim, consultor em biodiversidade nativa e arqueologia botânica, contratado pela incorporadora, as sementes do terreno estavam adormecidas há anos. “Com a reconstituição do solo, a partir da retirada do entulho, as plantas voltaram a brotar”, afirma Cardim.

Acesso ao parque
O acesso de “O Parque” será aberto 24 horas por dia e para todos. A ideia da incorporadora é propor uma conexão com a natureza dentro da cidade e que ela não seja limitada aos residentes. Além da área arborizada haverá um mix de lojas e restaurante no espaço. O que pode ser um atrativo para os consumidores que buscam produtos e serviços em ambientes alheios ao isolamento.