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Shopping distribui canudos de alumínio de graça em SP nesta sexta

por: Redação Hypeness

Tá afim de trocar o canudinho de plástico por um de metal, mas não sabe como? Se você mora em São Paulo, seus problemas acabaram. O Shopping Taboão vai distribuir de graça o novo modelo de canudo.

A iniciativa faz parte da ação #CanudosNão, que pretende conscientizar as pessoas sobre formas de vida mais saudáveis e causas ligadas ao meio ambiente e solidariedade.

O gerente de marketing do shopping, que fica em Taboão da Serra, cidade da Grande São Paulo, diz que pretende diminuir os danos provocados ao meio ambiente. “Queremos mostrar ao nosso público que é possível buscar alternativas ao plástico para preservar o meio ambiente e reduzir o descarte dos produtos plásticos”, explica Mariuche Ismerin.

Depois do Rio de Janeiro, a cidade de Rio Grande no interior gaúcho vai proibir o uso de canudos de plástico. A lei foi aprovada em 2018 e estabelece multa de R$ 300 em caso de descumprimento. Além dos canudos de metal, os biodegradáveis são uma bela saída para auxiliar o meio ambiente.

Associação é criada para fortalecer o conceito de strip mall no Brasil

Os Strip Malls são uma tendência que vem se espalhando cada vez mais pelo Brasil e se apresentando como uma alternativa facilitadora no dia a dia dos consumidores. Atualmente não existem números oficiais que tragam o cenário nacional atual deste segmento, e foi pensando nessa carência de informações e na preocupação em difundir o conhecimento correto deste setor e defender os interesses de seus associados junto aos órgãos públicos, que nasce a ABMALLS – Associação Brasileira de Strip Malls.

A entidade será presidida por Marcos Saad, empresário com vasta experiência e interesse pelo segmento varejista e desenvolvimento e gestão de centros comerciais através da empresa MEC Malls. Segundo ele, uma das vantagens dos Strip Malls é a estabilidade do retorno financeiro pela fidelização do público local. “Nada mais cômodo que encontrar, no caminho de casa, no próprio bairro ou próximo do local de trabalho, um centro comercial com diversas lojas e serviços que facilitam o dia a dia. isso faz com que o público fique cativo e opte pelo Strip Mall. É o mesmo público do shopping center tradicional em outro momento de consumo”, Saad ainda completa “os Strip Malls são centros comerciais de rua muito bem organizados”.

Mas há muito mais vantagens. Entre elas estão o custo operacional inferior ao de um shopping center convencional, mix de lojas (tendo como principais segmentos: conveniência, serviços e alimentação), lojas dentro de um modelo personalizado, estrutura com amplo estacionamento, segurança, controlador de tráfego, condomínio estabelecido, operações sinérgicas e ambiente agradável. Normalmente, esses centros de conveniência são instalados em bairros de grande adensamento, para atrair redes líderes em seus respectivos segmentos. O aluguel das lojas e o merchandising basicamente são os responsáveis pela rentabilização do negócio.

Os empreendedores e os diversos segmentos que passaram a focar neste produto estão entre os pontos que motivaram o surgimento desta associação. “Primeiro porque é um produto que se demonstrou muito sólido em um período de instabilidade econômica e segundo porque, principalmente nos grandes centros, o tempo tem cada vez mais tem se demonstrado um dos principais focos de atenção das pessoas. Ou seja, com pouco tempo, conforto e segurança o consumidor consegue adquirir, no mesmo local, vários produtos e serviços de primeira necessidade”, explica o presidente da ABMALLS.

A gestão da ABMALLS será feita pela GS&Malls, empresa do Grupo GS& Gouvêa de Souza com ampla visão do mercado de shopping e de varejo, com vasto conhecimento de mercado adquirido por meio de trabalhos desenvolvidos em todas as regiões do Brasil e em diversos países da América Latina. Para Luiz Alberto Marinho, sócio-diretor da consultoria especializada, uma das missões da associação é dimensionar e estimular o crescimento deste mercado. “Não existe hoje nenhum número oficial a respeito da quantidade de Strip Malls espalhados pelo Brasil. A criação desta associação certamente irá colaborar, também, com a economia que envolve este setor”, explica Marinho.

Conceito de strip malls

O conceito de Strip Malls pode ser definido como centros de compras organizados, representando uma ótima alternativa de investimento, especialmente em termos de comércio local. Normalmente, os Strip Malls contêm um único piso, formados por uma faixa de lojas com visibilidade e acessos facilitados, e um amplo estacionamento em seu entorno. São modelos de negócio muito bem difundidos nos estados unidos e que já surgem em diversas cidades brasileiras, reunindo lojas de diversos segmentos prioritariamente de conveniência, serviços e alimentação.

Com isso, em um Strip Mall é possível se deparar com, fast food, academia, salão de beleza, pet shop, drogarias, cafeteria, clínicas, e até um pequeno supermercado, dentre outros, o que oferece aos moradores de um bairro um centro de compras completo e diversificado, tudo em um só lugar.

*Imagem reprodução

BELLA CITTÀ SHOPPING: CAMPANHA INSTITUCIONAL DE 2019 FOCA NA COMUNICAÇÃO PARA DIFERENTES PÚBLICOS

Por abrasce.com.br

 

O Bella Città Shopping inicia o ano com uma campanha moderna e inovadora, que evidencia a credibilidade do empreendimento, localização e a história do Bella Città. O shopping que completou 20 anos em 2018, faz parte da vida dos clientes e é essa a mensagem que a campanha quer passar.

De acordo com Tatiana Diehl de Sousa, gerente de Comunicação e Marketing do Shopping, “a excelente localização e a tradição na vida dos passo-fundenses é algo que precisamos evidenciar, já que é um grande diferencial do empreendimento. O Bella Città é e sempre será único. O público já conhece a estrutura do Shopping, seu mix de lojas e tudo o que ele oferece, por isso, nossa intenção com essa campanha é fixar que o Bella Città é o Shopping do coração da cidade, do coração das pessoas.

Para Hique Barboza, diretor de Criação da campanha institucional de 2019 do Bella Città Shopping, a campanha prima por inovar e seguir a linguagem que está nas ruas, traduzindo a forma atual de comunicar. “Falando um pouco do conceito central, sabemos que inúmeras histórias se passaram no Bella Città, que, por 20 anos foi o único Shopping de Passo Fundo, pioneiro na cultura de Shopping Centers na cidade e na região. Esse é o ponto de destaque quando falamos no Bella Città: o Shopping já faz parte da vida de cada um, está no coração da cidade, no coração das pessoas”.

As histórias vividas por cada clientes, cada visitante do Bella Città nos seus 20 anos de história fica evidente na campanha, que oferece em três diferentes vt’s a possibilidade de diferentes públicos se identificarem com a campanha. “Nosso público é bastante variado, atraímos pessoas de diferentes idades, que vem ao Shopping para comprar, se divertir, para encontrar amigos. É exatamente essa a mensagem que queremos passar com essa nova campanha, a de que o Bella Città está no coração de todos os públicos, crianças, jovens, adultos e idosos. Esperamos que curtam nossa campanha, pensada para cada um de nossos clientes”, concluiu Tatiana Diehl de Sousa.

Saiba conquistar quem está na “missão presente” dias antes do Natal

por

Antonella Weyler, Stephania Costa 

As compras de Natal ficaram mais modernas e digitais com o e-commerce, os apps e o search. Mas uma tradição segue igual: muita gente ainda deixa para fazer as compras na última hora. Os números mostram que quase metade das pessoas adquire presentes nos sete dias que antecedem a data. Mas, mesmo com o Natal próximo, você não precisa abandonar as estratégias para conquistar clientes. Aqui, vamos ver algumas ações que podem trazer resultados nessa época tão importante.

O Natal mais vivo do que nunca

Como já dissemos em outros artigos, o Natal faz parte de uma temporada completa de compras, que começa na Black Friday e só termina no saldão, depois do Réveillon. Mas não pense que o Natal está sendo “canibalizado” por outras datas de varejo. Pelo contrário: o interesse dos compradores pela data só aumenta. Em 2017, por exemplo, as vendas natalinas cresceram 6% na comparação com o ano anterior.

O Natal mais vivo do que nunca

E o meio digital é onde esse interesse se mostra bastante vivo. O Google e os aparelhos móveis já provaram ser uma vitrine importantíssima para quem anuncia e oferece oportunidades de compra no Natal.

Pesquisas no Google

Mas o Natal não tem apenas a ver com presentes. Claro, nos sentimos bem quando damos algo para alguém que amamos e gostamos. No entanto, a data também tem a ver com celebrar e compartilhar o momento, assim como tem a ver com a reflexão individual e com a espiritualidade de cada um, sozinho ou junto da família e amigos.

o que natal representa para as pessoas

Nesse sentido, a ceia é um dos pontos altos do Natal, um momento de união e comemoração indispensável para mais de metade dos brasileiros. Tanto que, além de comidas e bebidas, cerca de 40% das pessoas compraram sapatos ou roupas novas para usar na ocasião em 20171. Os itens de decoração também são essenciais: após a Black Friday, por exemplo, as buscas por itens para a casa crescem 29%, resultado puxado pelos enfeites de Natal, como presépios, arranjos e árvores2.

Natal 2017 - 2018

Missão: comprar os presentes

O Natal é uma época de presentear a família e os amigos, e as compras são feitas em uma jornada que começa na consideração, passa pela busca e pela comparação de preços e termina na compra. Mas são tantas as pessoas que devemos lembrar, e tantas as tarefas que devemos cumprir, que isso mais parece uma prova de resistência, uma verdadeira “missão presente”.

Você sabia que boa parte das pessoas dá início a essa missão procurando produtos para si mesmas? Mais de um terço (34%) dos entrevistados em uma pesquisa do Google indicam que, além de ir atrás de presentes e itens para a ceia, as compras natalinas de 2018 também incluem itens de uso pessoal3.

Essa jornada dos presentes “para mim” é mais planejada e concentrada na quinzena do Natal, começando antes do que as compras para pessoas próximas. Para esses itens pessoais, preço e promoções são critérios mais relevantes (95%, contra uma média geral de 83%), e o sentimento de quem compra é “eu mereço”, após um ano intenso de trabalho4.

Já na “missão presente” – a compra de presentes para pessoas próximas -, os pais e mães são os principais presenteados (para 60% dos entrevistados), seguidos pelos filhos, companheiros (ambos 33%), irmãos, outros familiares (ambos 32%) e amigos (29%)5.

Entre os compradores, 43% dizem que fazem a escolha por conta própria6, mas as buscas no Google indicam que eles precisam de ajuda e inspiração para escolher: dois terços das buscas por presentes são específicas para algum perfil de presenteado ou por presentes criativos7. Já as buscas por “presentes originais” e “ideias de presentes” cresceram respectivamente 40% e 32%, de 2016 para 2017.

Curingas: muito além da lembrancinha

Comprar presentes é uma experiência prazerosa e uma demonstração de afeto para a maioria das pessoas, mas essa jornada ainda tem seus atritos. Um dos principais é a dificuldade para escolher os itens: com o passar dos anos, fica mais e mais complicado fazer escolhas criativas para presentear os amigos e familiares.

É aí que os presentes curingas surgem como opções, mas não se engane: nesse caso, esqueça a ideia daquela lembrancinha genérica comprada sem pensar. Estamos falando de presentes que fazem sentido tanto para quem ganha quanto para quem recebe, mas cujas características principais são a praticidade (ou seja, não exigem muito esforço para encontrar) e a facilidade para escolher.

Para os curingas, o preço é um critério menos relevante, tendo importância para 37% dos seus compradores, contra 47% em média. Essa também é uma compra menos onlineque no geral (29%, contra 34%)8. Os principais presenteados são familiares e amigos, enquanto as categorias preferidas de produtos são cosméticos, roupas, acessórios e kits de comidas e bebidas.

categorias de compra no natal

O que chama a atenção é que metade das pessoas deixa para comprar os presentes de Natal na última semana, seja quando vão atrás de itens para uso próprio, seja procurando presentes para outras pessoas. No caso da “missão presente”, em que os produtos exigem mais esforço para serem encontrados, quase 30% deles foram comprados na véspera ou no dia de Natal em 2017.

presentes em natal 2017

Lições natalinas para a sua estratégia

E que aprendizados podemos tirar de todos esses dados? Como vimos que muita gente deixa as compras de Natal para a última hora, vamos trazer algumas ações viáveis para quem pretende conquistar clientes nas semanas que antecedem o grande dia.

Dê uma ajuda aos clientes de última hora

As soluções do Google trazem oportunidades de ajudar o cliente que está tomando decisões de última hora – e isso pode fazer a diferença para o seu negócio.

No Google Meu Negócio, por exemplo, é importante manter a conta atualizada, com os horários especiais para a época de fim de ano ajustados com antecedência. Confira se os novos pontos estão registrados e se os antigos foram removidos, sempre com imagens e contatos atualizados e o painel de perguntas e comentários respondido.

O Local Inventory Ads também é um aliado para converter vendas no Natal, já que a informação sobre a disponibilidade imediata do produto em loja é uma das maiores motivações para a compra na loja física8. Por isso, garanta que seus feeds estejam ativos para todos seus produtos e lojas, e aumente os bids próximos de suas lojas e mobile no fim de ano.

Para consumidores cada vez mais dinâmicos e digitais, o Google tem outra solução: a Local Campaign. Com ela, é possível criar uma campanha cross-platform inteligente, de forma simples e escalável, otimizando o custo dos anúncios para gerar visitas em loja com o menor custo possível.

Faça do curinga a sua carta da sorte

Como os varejistas podem transformar a busca pelos curingas em oportunidades? Uma maneira é criando sugestões de kits e cestas prontas, que podem ser oferecidas tanto no check-out do site ou do app, para aproveitar o cruzamento com compras pessoais. Outra saída está na inteligência de CRM. Um exemplo: alguém pode montar uma cesta com vinhos e receber sugestões de produtos que harmonizam com as bebidas que está comprando.

Engaje quem estiver comprando para si

O pensamento de “eu mereço” pode ser um estímulo para reforçar a sensação de compra de ocasião. Uma forma é usar informações de CRM para oferecer produtos pelos quais o cliente já teve interesse ao longo do ano, criando um senso de oportunidade relacionado à data (por exemplo, com ofertas por tempo limitado).

Outras alternativas são usar as audiências do Google para potencializar vendas, com o in-market de categorias específicas, e apostar em uma comunicação que evoque a maior disponibilidade financeira dessa época, com o 13º salário.

Se você pensava que o Natal só traz resultados para quem planeja com antecedência, viu que existem alternativas para atrair a atenção de quem procura presentes até o último momento. Mantendo o foco nas soluções certas e mirando no público correto, pode ser que o Papai Noel faça uma visita especial não só para a sua família, mas também para o seu negócio.

3º trimestre pode mostrar luz no fim do túnel para os shoppings

Maiores administradoras do país perderam valor em 2018, enquanto Ibovespa valorizou 15%. Mas terceiro trimestre deve trazer boas notícias

O mercado de shoppings centers já viu dias melhores no Brasil — mas também já teve perspectivas mais sombrias. Ao menos é isso que devem mostrar as companhias de shoppings que divulgarão seus resultados a partir desta terça-feira.

Símbolo do período de crescimento econômico, quando chegaram a cidades com menos de 100.000 habitantes no interior do país, os grandes centros de compra encolheram em 2015 e 2016, e cresceram menos que o previsto em 2017. Mas um segundo trimestre apertado, com greve dos caminhoneiros e Copa do Mundo, adiaram uma esperada.

“Esperamos que o terceiro trimestre seja mais forte, com as vendas em mesmas lojas crescendo novamente embora em um ritmo suave” disse o BTG Pactual em relatório recente sobre o setor.

  • A administradora de shoppings Iguatemi divulga números hoje. A expectativa  é que a empresa que administra 14 centros comerciais apresente receita líquida de 177 milhões de reais, crescimento de 4% na comparação com o mesmo período do ano anterior, segundo o BTG.

No segundo trimestre, as vendas tiveram alta de apenas 0,1%. Mesmo assim, a empresa teve lucro líquido de 60,6 milhões de reais, alta de 19% em relação ao ano anterior. O resultado positivo se baseou principalmente a redução de despesas.

Se confirmado, o crescimento no terceiro trimestre ajuda a consolidar o desempenho da companhia no ano e torna mais fácil atingir a meta de crescer de 2% a 7% em receita líquida em 2018.

Para chegar a esse resultado em meio à crise econômica, algumas das estratégias da administradora têm sido preencher áreas vagas com novos parceiros e reduzir os descontos oferecidos aos lojistas.

Também divulgam resultados essa semana as administradoras de shopping centers Sonae Sierra (amanhã) e Aliansce (quinta-feira).

Dona dos shoppings Plaza Sul e Campo Limpo, em São Paulo, a Sonae Sierra também teve um segundo trimestre complicado, com as vendas caindo 2,2%. Apesar disso, a receita líquida teve alta de 1%, impulsionada principalmente pela receita dos aluguéis, que subiu 2,8%. Assim como o Iguatemi, a Sonae Sierra reduziu os descontos nos aluguéis para compensar as perdas nas vendas.

Já a Aliansce, administradora de 32 shoppings pelo país, dentre eles o West Plaza (São Paulo) e o Leblon (Rio de Janeiro), deve ter alta de 5% na receita líquida, de acordo com projeção do BTG Pactual, chegando a 136 milhões de reais. A companhia trocou de presidente em julho e está sob o comando de Rafael Sales. No segundo trimestre, teve queda de 0,4% na receita líquida e de 13,7% no lucro líquido, que ficou em 25 milhões de reais.

A Multiplan, dona de 18 shopping centers, dentre eles o Morumbi Shopping, em São Paulo, divulgou resultados em 29/10 e mostrou aumento de 54,1% no lucro líquido no período, em relação ao terceiro trimestre de 2017, alcançando 116,4 milhões de reais. A explicação para o desempenho está principalmente no crescimento do Ebitda e na redução da despesa financeira líquida.

Enquanto o Ibovespa valorizou 15% este ano, Iguatemi, Aliansce e Sonae Sierra estão em queda. Os investidores ainda não compraram a recuperação do setor.

Black Friday vs. Natal: entenda as diferenças entre as datas da Temporada

Por Maria Helena Marinho, Cristiano Fonseca Outubro de 2018

Quem faz o planejamento de marcas no fim de ano pode pensar que a Black Friday veio para acabar com as vendas do Natal, já que as duas datas estão bem próximas. Se você acredita nisso, vale repensar as suas estratégias: cada data de varejo do fim do ano mostra diferenças importantes nos hábitos de consumo das pessoas, e o Natal segue firme e forte.

As intenções de busca geradas pelos consumidores online indicam que existe uma temporada, que começa na Black Friday e se estende pelos principais momentos dessa época: Cyber Monday, pagamento do 13º salário, Natal, Saldão e Ano Novo. Ao longo dessa Temporada Black Friday, as pessoas demonstram hábitos de consumo diferentes em cada data.

Cyber Monday e 13º salário: arrumando a casa

Vamos pegar a Cyber Monday, por exemplo. Se na Black Friday as pessoas fazem em geral compras para si mesmas ou para sua casa, com um tíquete médio alto e após um tempo razoável fazendo buscas por produtos, na Cyber Monday (segunda-feira posterior à Black Friday) a mentalidade é reorganizar as contas: não por acaso, 40% das vendas de serviços financeiros da Temporada Black Friday se concentram nesse dia específico¹.

Outro item bastante pesquisado na Cyber Monday são os planos de telefonia móvel, já que muita gente explora as ofertas da Black Friday para comprar aparelhos novos, e depois precisa correr atrás dos serviços para aproveitar melhor o produto adquirido na promoção².

As pessoas têm um comportamento semelhante no recebimento do 13º salário, cuja primeira parcela cai até o fim de novembro. Em uma pesquisa do Google, 48% dos entrevistados pretendem usar o 13º salário para organizar suas finanças pessoais. Ou seja, se considerarmos que cerca de 83 milhões de pessoas recebem o benefício, isso seria equivalente a 31 milhões de consumidores³.

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Uma parte dessas pessoas – 35% – também pretende usar o 13º para consumir, mas com um perfil diferente da Black Friday. Desses entrevistados, 3 em cada 10 querem comprar itens para si ou para casa, e pouco mais de um décimo cobiça produtos por “merecimento”, após um ano de trabalho, como acontece na Black Friday – uma data definida pela frase “eu mereço”4. No ano passado, o 13º injetou R$ 200 bilhões na economia brasileira5.

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Natal: data offline, foco nos presentes

Se olharmos para as características das compras do Natal, também vamos ver um perfil bem específico, com diferenças marcantes em relação às outras datas.

O comprador natalino está de olho na celebração, então ele quer principalmente presentear parentes e amigos, enquanto – como já vimos – as compras de Black Friday são mais pessoais. Um sinal disso é o dado de que apenas 15% das pessoas usam a Black Friday para comprar presentes natalinos ou produtos a serem usados no fim do ano6.

Também diferentemente da Black Friday, onde os produtos são pesquisados por semanas (ou até meses) antes de se tomar uma decisão, no Natal essa procura dura menos tempo: 63% das pessoas fazem suas buscas nas duas semanas antes da data7.

Outra diferença está na conectividade. Se 69% das compras da Black Friday ocorrem online, apenas 45% dos negócios natalinos são fechados via internet8. Com isso, vemos que muita gente ainda sai às compras de Natal de última hora, indo atrás dos seus presentes pelos shoppings ou percorrendo o comércio de rua.

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Alguns dos presentes mais procurados comprovam essa cara offline do Natal – como as roupas, que as pessoas preferem ver e comprar pessoalmente. Além disso, nessa época ocorre uma inversão das categorias mais compradas, na comparação com a Black Friday: os favoritos da sexta-feira, como eletrodomésticos e TVs, têm uma procura mais baixa no período natalino, cujos destaques são brinquedos, games, roupas e perfumes9. Até bebidas alcoólicas ficam bem colocadas – além de presentes, elas são itens da ceia.

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Em cada data, uma oportunidade

Vimos que a Black Friday não “canibaliza” os resultados do Natal. Em 2017, inclusive, as vendas natalinas foram as melhores em seis anos, com um volume de R$ 35 bilhões10. Da mesma forma, os demais momentos dessa Temporada são importantes para as pessoas, mas cada um à sua maneira – mesmo que seja para planejar, em vez de gastar.

Sendo assim, cada data de varejo precisa do seu olhar atento, para não perder a oportunidade de conversar com o público. Aqui vão duas dicas de como fazer isso:

1) Esteja por perto – e na hora certa

Na Era da Assistência, as pessoas querem mais e mais ajuda para tomar suas decisões de compra. Ainda mais em uma época como o fim de ano, com tantas promoções e procura por itens pessoais ou para presente.

E uma das ferramentas preferidas nessa hora são os vídeos: uma pesquisa feita nos EUA mostra que quase dois terços dos compradores online buscaram inspiração e ideias com vídeos – e dessas pessoas, 90% descobriram novos produtos e marcas pelo YouTube11.

Esse é um sinal de que a sua estratégia de vídeo pode ser o diferencial nessa Temporada tão concorrida. Pense no que faz uma data diferente da outra e entregue seu conteúdo da maneira certa – e na hora em que seu público mais precisar dele.

2) Um Natal cada vez mais pessoal

O público está mais exigente, e não aceita mais uma solução genérica para suas dúvidas de consumo. Por exemplo: mais da metade dos consumidores nos EUA quer ver conteúdo personalizado relacionado a produtos, e 4 em cada 10 compradores de fim de ano preferem lojas que lembram de detalhes pessoais, como tamanhos de roupas e itens adquiridos anteriormente12.

Esses dados são americanos, mas podem ajudar você a olhar com outros olhos para o público da sua marca. Ouça os seus clientes, antecipe os seus desejos e entregue o que eles querem de maneira personalizada e sem fricção na experiência mobile.

Não deixe a Temporada Black Friday ser uma dor de cabeça para os seus clientes. Se você der assistência personalizada, relevante e eficiente, a sua marca se destaca. Comece se perguntando: estou enxergando a Black Friday como uma temporada de consumo? Estou levando em conta as características de cada data? Isso é um passo para otimizar recursos, como investimento em mídia e tempo, além de criar uma relação de longo prazo com seu público. Assim, as chances dele consumir sua marca com mais frequência aumentam.

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Planejamento Estratégico para 2019

Estamos chegando ao fim do ano e este é o momento ideal para você começar a analisar estratégias ideais para vendas e fluxo para o seu Shopping Center. Por isso, é importante pensar agora no Planejamento Estratégico para 2019.

A DMV Comunicação ON|OFF possui uma metodologia eficaz construída durante mais de 30 anos de experiência especializada no setor de Shopping Center e Malls.

O planejamento começa desde o desenvolvimento de metas numéricas e organizacionais e os métodos para alcançá-las, até a elaboração do orçamento anual de acordo com aquilo que se espera de retorno, ao final do próximo ano. Tudo isso é feito através de um esquema tático de uma equipe completa que oferece total suporte para o que seu Shopping alcance o que almeja.

Conheça o projeto e, certamente, você vai perceber que seu shopping center tem muito para se redescobrir neste novo mundo que serão os shopping centers.

A hora de pensar na estratégia para melhores resultados em 2019 é AGORA! Quer saber como?

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