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3º trimestre pode mostrar luz no fim do túnel para os shoppings

Maiores administradoras do país perderam valor em 2018, enquanto Ibovespa valorizou 15%. Mas terceiro trimestre deve trazer boas notícias

O mercado de shoppings centers já viu dias melhores no Brasil — mas também já teve perspectivas mais sombrias. Ao menos é isso que devem mostrar as companhias de shoppings que divulgarão seus resultados a partir desta terça-feira.

Símbolo do período de crescimento econômico, quando chegaram a cidades com menos de 100.000 habitantes no interior do país, os grandes centros de compra encolheram em 2015 e 2016, e cresceram menos que o previsto em 2017. Mas um segundo trimestre apertado, com greve dos caminhoneiros e Copa do Mundo, adiaram uma esperada.

“Esperamos que o terceiro trimestre seja mais forte, com as vendas em mesmas lojas crescendo novamente embora em um ritmo suave” disse o BTG Pactual em relatório recente sobre o setor.

  • A administradora de shoppings Iguatemi divulga números hoje. A expectativa  é que a empresa que administra 14 centros comerciais apresente receita líquida de 177 milhões de reais, crescimento de 4% na comparação com o mesmo período do ano anterior, segundo o BTG.

No segundo trimestre, as vendas tiveram alta de apenas 0,1%. Mesmo assim, a empresa teve lucro líquido de 60,6 milhões de reais, alta de 19% em relação ao ano anterior. O resultado positivo se baseou principalmente a redução de despesas.

Se confirmado, o crescimento no terceiro trimestre ajuda a consolidar o desempenho da companhia no ano e torna mais fácil atingir a meta de crescer de 2% a 7% em receita líquida em 2018.

Para chegar a esse resultado em meio à crise econômica, algumas das estratégias da administradora têm sido preencher áreas vagas com novos parceiros e reduzir os descontos oferecidos aos lojistas.

Também divulgam resultados essa semana as administradoras de shopping centers Sonae Sierra (amanhã) e Aliansce (quinta-feira).

Dona dos shoppings Plaza Sul e Campo Limpo, em São Paulo, a Sonae Sierra também teve um segundo trimestre complicado, com as vendas caindo 2,2%. Apesar disso, a receita líquida teve alta de 1%, impulsionada principalmente pela receita dos aluguéis, que subiu 2,8%. Assim como o Iguatemi, a Sonae Sierra reduziu os descontos nos aluguéis para compensar as perdas nas vendas.

Já a Aliansce, administradora de 32 shoppings pelo país, dentre eles o West Plaza (São Paulo) e o Leblon (Rio de Janeiro), deve ter alta de 5% na receita líquida, de acordo com projeção do BTG Pactual, chegando a 136 milhões de reais. A companhia trocou de presidente em julho e está sob o comando de Rafael Sales. No segundo trimestre, teve queda de 0,4% na receita líquida e de 13,7% no lucro líquido, que ficou em 25 milhões de reais.

A Multiplan, dona de 18 shopping centers, dentre eles o Morumbi Shopping, em São Paulo, divulgou resultados em 29/10 e mostrou aumento de 54,1% no lucro líquido no período, em relação ao terceiro trimestre de 2017, alcançando 116,4 milhões de reais. A explicação para o desempenho está principalmente no crescimento do Ebitda e na redução da despesa financeira líquida.

Enquanto o Ibovespa valorizou 15% este ano, Iguatemi, Aliansce e Sonae Sierra estão em queda. Os investidores ainda não compraram a recuperação do setor.

Black Friday vs. Natal: entenda as diferenças entre as datas da Temporada

Por Maria Helena Marinho, Cristiano Fonseca Outubro de 2018

Quem faz o planejamento de marcas no fim de ano pode pensar que a Black Friday veio para acabar com as vendas do Natal, já que as duas datas estão bem próximas. Se você acredita nisso, vale repensar as suas estratégias: cada data de varejo do fim do ano mostra diferenças importantes nos hábitos de consumo das pessoas, e o Natal segue firme e forte.

As intenções de busca geradas pelos consumidores online indicam que existe uma temporada, que começa na Black Friday e se estende pelos principais momentos dessa época: Cyber Monday, pagamento do 13º salário, Natal, Saldão e Ano Novo. Ao longo dessa Temporada Black Friday, as pessoas demonstram hábitos de consumo diferentes em cada data.

Cyber Monday e 13º salário: arrumando a casa

Vamos pegar a Cyber Monday, por exemplo. Se na Black Friday as pessoas fazem em geral compras para si mesmas ou para sua casa, com um tíquete médio alto e após um tempo razoável fazendo buscas por produtos, na Cyber Monday (segunda-feira posterior à Black Friday) a mentalidade é reorganizar as contas: não por acaso, 40% das vendas de serviços financeiros da Temporada Black Friday se concentram nesse dia específico¹.

Outro item bastante pesquisado na Cyber Monday são os planos de telefonia móvel, já que muita gente explora as ofertas da Black Friday para comprar aparelhos novos, e depois precisa correr atrás dos serviços para aproveitar melhor o produto adquirido na promoção².

As pessoas têm um comportamento semelhante no recebimento do 13º salário, cuja primeira parcela cai até o fim de novembro. Em uma pesquisa do Google, 48% dos entrevistados pretendem usar o 13º salário para organizar suas finanças pessoais. Ou seja, se considerarmos que cerca de 83 milhões de pessoas recebem o benefício, isso seria equivalente a 31 milhões de consumidores³.

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Uma parte dessas pessoas – 35% – também pretende usar o 13º para consumir, mas com um perfil diferente da Black Friday. Desses entrevistados, 3 em cada 10 querem comprar itens para si ou para casa, e pouco mais de um décimo cobiça produtos por “merecimento”, após um ano de trabalho, como acontece na Black Friday – uma data definida pela frase “eu mereço”4. No ano passado, o 13º injetou R$ 200 bilhões na economia brasileira5.

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Natal: data offline, foco nos presentes

Se olharmos para as características das compras do Natal, também vamos ver um perfil bem específico, com diferenças marcantes em relação às outras datas.

O comprador natalino está de olho na celebração, então ele quer principalmente presentear parentes e amigos, enquanto – como já vimos – as compras de Black Friday são mais pessoais. Um sinal disso é o dado de que apenas 15% das pessoas usam a Black Friday para comprar presentes natalinos ou produtos a serem usados no fim do ano6.

Também diferentemente da Black Friday, onde os produtos são pesquisados por semanas (ou até meses) antes de se tomar uma decisão, no Natal essa procura dura menos tempo: 63% das pessoas fazem suas buscas nas duas semanas antes da data7.

Outra diferença está na conectividade. Se 69% das compras da Black Friday ocorrem online, apenas 45% dos negócios natalinos são fechados via internet8. Com isso, vemos que muita gente ainda sai às compras de Natal de última hora, indo atrás dos seus presentes pelos shoppings ou percorrendo o comércio de rua.

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Alguns dos presentes mais procurados comprovam essa cara offline do Natal – como as roupas, que as pessoas preferem ver e comprar pessoalmente. Além disso, nessa época ocorre uma inversão das categorias mais compradas, na comparação com a Black Friday: os favoritos da sexta-feira, como eletrodomésticos e TVs, têm uma procura mais baixa no período natalino, cujos destaques são brinquedos, games, roupas e perfumes9. Até bebidas alcoólicas ficam bem colocadas – além de presentes, elas são itens da ceia.

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Em cada data, uma oportunidade

Vimos que a Black Friday não “canibaliza” os resultados do Natal. Em 2017, inclusive, as vendas natalinas foram as melhores em seis anos, com um volume de R$ 35 bilhões10. Da mesma forma, os demais momentos dessa Temporada são importantes para as pessoas, mas cada um à sua maneira – mesmo que seja para planejar, em vez de gastar.

Sendo assim, cada data de varejo precisa do seu olhar atento, para não perder a oportunidade de conversar com o público. Aqui vão duas dicas de como fazer isso:

1) Esteja por perto – e na hora certa

Na Era da Assistência, as pessoas querem mais e mais ajuda para tomar suas decisões de compra. Ainda mais em uma época como o fim de ano, com tantas promoções e procura por itens pessoais ou para presente.

E uma das ferramentas preferidas nessa hora são os vídeos: uma pesquisa feita nos EUA mostra que quase dois terços dos compradores online buscaram inspiração e ideias com vídeos – e dessas pessoas, 90% descobriram novos produtos e marcas pelo YouTube11.

Esse é um sinal de que a sua estratégia de vídeo pode ser o diferencial nessa Temporada tão concorrida. Pense no que faz uma data diferente da outra e entregue seu conteúdo da maneira certa – e na hora em que seu público mais precisar dele.

2) Um Natal cada vez mais pessoal

O público está mais exigente, e não aceita mais uma solução genérica para suas dúvidas de consumo. Por exemplo: mais da metade dos consumidores nos EUA quer ver conteúdo personalizado relacionado a produtos, e 4 em cada 10 compradores de fim de ano preferem lojas que lembram de detalhes pessoais, como tamanhos de roupas e itens adquiridos anteriormente12.

Esses dados são americanos, mas podem ajudar você a olhar com outros olhos para o público da sua marca. Ouça os seus clientes, antecipe os seus desejos e entregue o que eles querem de maneira personalizada e sem fricção na experiência mobile.

Não deixe a Temporada Black Friday ser uma dor de cabeça para os seus clientes. Se você der assistência personalizada, relevante e eficiente, a sua marca se destaca. Comece se perguntando: estou enxergando a Black Friday como uma temporada de consumo? Estou levando em conta as características de cada data? Isso é um passo para otimizar recursos, como investimento em mídia e tempo, além de criar uma relação de longo prazo com seu público. Assim, as chances dele consumir sua marca com mais frequência aumentam.

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Planejamento Estratégico para 2019

Estamos chegando ao fim do ano e este é o momento ideal para você começar a analisar estratégias ideais para vendas e fluxo para o seu Shopping Center. Por isso, é importante pensar agora no Planejamento Estratégico para 2019.

A DMV Comunicação ON|OFF possui uma metodologia eficaz construída durante mais de 30 anos de experiência especializada no setor de Shopping Center e Malls.

O planejamento começa desde o desenvolvimento de metas numéricas e organizacionais e os métodos para alcançá-las, até a elaboração do orçamento anual de acordo com aquilo que se espera de retorno, ao final do próximo ano. Tudo isso é feito através de um esquema tático de uma equipe completa que oferece total suporte para o que seu Shopping alcance o que almeja.

Conheça o projeto e, certamente, você vai perceber que seu shopping center tem muito para se redescobrir neste novo mundo que serão os shopping centers.

A hora de pensar na estratégia para melhores resultados em 2019 é AGORA! Quer saber como?

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McDonald’s vai oferecer pagamento sem contato da Sem Parar

Os clientes que usarem o Drive-Thru da marca poderão receber a cobrança no sistema que abre as cancelas de shoppings e pedágios

Os clientes do McDonald’s que utilizam o Drive-Thru poderão utilizar o Sem Parar para o pagamento das suas refeições. O acordo entre líderes de mercado prevê a instalação, nos próximos meses, do sistema em todas as unidades que possuem o Drive-Thru.

A parceria deve beneficiar as duas empresas, já que o Sem Parar entra em um novo segmento e o McDonald’s gera comodidade ao clientes. “Estamos muito felizes com essa parceria, porque ela amplia a conveniência para o cliente.. O consumidor pode escolher onde comprar e como pagar e isso dá a ele uma experiência de consumo consistente”, afirma Paulo Camargo, Presidente da Divisão Brasil da Arcos Dorados, franquia independente do McDonald’s.

Cerca de 100 Drive-Thrus da rede de fast food devem oferecer pagamentos sem contato até o fim de janeiro de 2019. O prazo para que todas as lojas recebam a tecnologia é novembro do ano que vem.

Fernando Yunes, presidente do Sem Parar, afirma que a solução da empresa gera conforto aos consumidores. “No momento em que o dinheiro e o cartão estão sendo trocados por aparelhos celulares e aplicativos, o Sem Parar deu um passo além e criou o pagamento por voz. Basta o cliente dizer ‘vou pagar com o Sem Parar’ e pronto, a conta está paga!”.

 

Startup lança loja de aplicativos para varejistas

A Hiper, empresa catarinese, disponibiliza quatro soluções para que pequenos lojistas montem um produto personalizado. Startup também vai investir em marketing digital

Crédito: Pexels

Uma startup catarinense desenvolveu uma loja de aplicativos para varejistas. A ideia da Hiper é que os clientes menores que precisam de soluções específicas possam montar um produto personalizado e sob medida. O lançamento da plataforma aconteceu no evento Hiperadores, realizado anualmente pela empresa.

A solução da Hiper é pensada para atender gestão e vendas de diferentes tipos de comércio ou prestadores de serviço. Para isso, a startup desenvolve diferentes soluções: o Hiper Gestão, que permite a gestão completa da loja na nuvem; o Hiper Loja, que permite a operação da loja sem a necessidade da internet, sincronizando os dados com a nuvem de maneira transparente; o Hiper Vendas, um aplicativo capaz de gerar orçamentos e pedidos de vendas; e também o Hiper Mini, desenvolvido para quem está começando seu negócio.

“Nós atendemos diferentes empreendedores. Alguns precisam de nota de serviço, outros precisam gerenciar comissão, ou integrar com loja virtual e há aqueles que querem apenas a solução simplificada. Percebemos que criar uma solução modular seria a melhor alternativa para nossos clientes. Não seria justo acrescentar muitas funcionalidades, aumentando o preço da nossa tecnologia e não entregando valor para quem não precisa”, comenta Tiago Vailati, CEO da Hiper.

Além do anúncio da nova funcionalidade, o CEO compartilhou durante o evento que a Hiper planeja investir R$ 1 milhão em marketing digital e fundar a “Central de leads” para capturar possíveis clientes que serão repassados para seus parceiros. “Estamos montando um braço na Hiper que será a extensão de marketing e vendas dos Hiperadores. Vamos entregar clientes potenciais para nossos revendedores e planejamos, com isso, ajudar no crescimento dos nossos parceiros”, explica Vailati.

O poder do ecossistema: o varejo abre as portas para a economia digital

Empreender a transformação pode ser penoso para uma empresa individualmente. O Money 20/20 mostrou como ecossistemas podem ser benéficos para empresas varejistas. Entenda

Crédito: Jacques Meir

Os últimos anos foram caracterizados por um severo ataque da economia digital dirigido a grandes e médios varejistas. Este é um dos temas mais explorados no âmbito do Money 20/20 2018. O painel “O poder do ecossistema: o varejo abre as portas para a economia digital” trouxe James Wester, Diretor de Pesquisas da Payment Strategies, debatendo com Robert Clarkson, Diretor Geral da PayPal para a América do Norte, a respeito das oportunidades e desafios do varejo na economia digital. De que forma as redes varejistas poderão reagir às novas tecnologias digitais, à mobilidade que envolve todos os negócios e como exploraresses caminhos a serviço do engajamento com os consumidores?

A PayPal montou um ecossistema poderoso, de alcance global, centrado nos varejistas e nos consumidores, envolvente e em evolução. Essa iniciativa ainda encontra poucos similares nos diferentes mercados. James Wester, do IDC questiona se o ecossistema pode proteger e melhorar as condições dos varejistas responderem aos desafios das mudanças provocadas pela transformação digital. Segundo Robert Clarkson, da PayPal, o varejista. Precisa optar por um de dois modelos, centralizado e descentralizado. É importante que os varejistas tenham em mente que 67% das transações hoje se iniciam no meio mobile, nos EUA, com níveis de adoção similar e expansão acelerada em outros mercado. O ecossistema pode ajudar a tornar essas transações mais simples, mais plugadas com estratégias de negócio e com as necessidades dos clientes.

Grandes varejistas também podem se beneficiar de ecossistemas, podem ganhar nesse formato ou devem formar suas redes. James questiona se os sistemas de pagamento conseguem gerar valor real para os varejistas. E em que nível é possível compartilhar valor. O executivo do PayPal afirma que a empresa combina diversas fontes de conhecimento do comportamento do consumidor e podem até mesmo oferecer soluções de gestão de risco como serviço, colaborando para tornar o negócio da empresa varejista mais previsível.

O grande obstáculo, no entender de Robert, é o número expressivo de cidadãos, em diversos mercados que não têm acesso a produtos financeiros e meios de pagamento digitais. A missão da PayPal é permitir que mais e mais pessoas possam ter acesso a esses serviços, habilitar consumidores a fazerem uso de soluções digitais de pagamento. Quanto mais consumidores, mais vendas, em ciclo virtuoso.

Segundo James, há outro desafio, a proteção de dados dos consumidores. Em linhas gerais, Robert concorda que a regulação cumpre seu papel e que é necessário trazer proteção para consumidores, principalmente com o uso de seus dados. “É uma responsabilidade imensa cuidar dos dados de milhões de consumidores, fazer com que eles se sintam confortáveis em compartilhar seus dados para que possam ser beneficiados por essas informações, ainda assim, todo cuidado é válido”, pontua o executivo.

A proposta de valor de um ecossistema é plenamente entendida pelos consumidores? Robert fala das experiências da plataforma Venmo, mantida pela PayPal, no modelo P2P (pessoa para pessoa) – um serviço de pagamentos sociais que permite a amigos, parentes e consumidores especialmente selecionados a transmitirem recursos e fazerem transferências entre si. A Venmo traz recomendações para que os participantes usem os recursos, os fundos que giram na plataforma em lojas, no varejo, para enriquecer e mobilizar o ecossistema.

Até que ponto essa revolução digital e a criação de ecossistemas não subestimam a força ainda presente do varejo físico? Mas de maneira geral, a PayPal confia que as melhores escolhas sempre prevalecem, e permitem a empresas e clientes extraírem o melhor de suas transações conjuntas. A PayPal quer ser um elo, um hub que lubrifica e faz o sistema funcionar.

Essa é uma estratégia que merece ser estudada pelo nosso varejo, ainda reticente em investir em tecnologia, para viabilizar uma atuação digital mais consistente e obter aprendizados. Esse conhecimento pode ser utilizado para o desenvolvimento de plataformas próprias com aberturas para integrações variadas e expansão potencial de negócios.

Para além de abrir canais digitais ou canais a esmo, participar de ecossistemas é uma ação com força para permitir uma adaptação da cultura varejista para um mundo digital.

Grupo Avenida abre 100ª unidade

Por Imprensa Mercado & Consumo

O Grupo Avenida abrirá sua centésima loja. A filial ficará localizada no shopping Estação Cuiabá, na capital mato-grossense, que também abrirá suas portas para o público pela primeira vez. A capital mato-grossense é a cidade onde o grupo surgiu. Com esta unidade e outras, que serão inauguradas em 1º de novembro, em Aparecida de Goiânia (GO), e 8 de novembro, em Ananindeua (PA), o grupo todo passará a contar com 122 lojas, sendo 102 Avenida e 20 Giovanna Calçados.

De acordo com Rudá Azambuja Santos Junior, diretor de expansão do Grupo Avenida, este crescimento consolidou-se ao longo dos últimos anos, apesar do momento difícil que o país vem atravessando. “Temos olhado adiante com uma visão mais otimista. Se estamos crescendo e criando musculatura num cenário difícil, quando o Brasil de fato retomar os índices positivos, a tendência é crescermos ainda mais. Olhamos a crise sob um aspecto sempre da cautela e aprendizado, mas nunca deixamos de ficar atentos às boas oportunidades’, explicou Rudá.

Neste ano, a companhia completou 40 anos, sendo uma das maiores redes de varejo de moda da região centro-norte e uma das 10 maiores do Brasil, presente em 11 estados (Acre, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Rondônia e Tocantins). Para festejar a data, houve o lançamento de um livro que conta toda a trajetória do Grupo Avenida. “Nossa meta é continuar crescendo, mas com planejamento e resultados consistentes. Privilegiamos os mercados identificados com o nosso público e sempre consideramos nossas rotas logísticas e regiões em que já estamos”, comenta Rodrigo Caseli, CEO do Grupo Avenida.

 

A sustentabilidade vai aos shoppings

Master Imobiliário - Centro de Compras

De onde é o Brasil, em Pernambuco, até quase uma ponta de baixo, no Rio Grande do Sul, aproveitando os investimentos em água e eletricidade, de olho na sustentabilidade do negócio. O é é fechar com contas, no fim do mês, com menor custo de operações e manutenção.

 Adotando tal prática, dois shoppings foram editados nas edições especiais do Master Imobiliário, um em Olinda e outro em Canoas, com o Majoritário da comissão julgadora, que definiu uma premiação. Em ambos os casos, destaque para a tecnologia em itens que tornam uma edificação sustentável.

Parceria da HBR Realty (Helbor) e Grupo CM, o Patteo Olinda Shopping recebeu o prêmio por inovações tecnológicas. O projeto foi escolhido para gerar o máximo de eficiência, olhar, entre as soluções adotadas, uma instalação pela fachada, o sistema de ar condicionado com termoacumulação, uma reutilização de águas pluviais e o dispositivo de recuperação de energia, que conferem “Alto grau de sustentabilidade ao empreendimento”.

Construído pela Multiplan, o Parkshopping Canoas obteve um troféu de empreendimento comercial. Localizado na região metropolitana de Porto Alegre, o shopping está integrado ao principal parque municipal de Canoas por uma passarela metálica de 60 metros de comprimento. “É referência em sustentabilidade”, diz o voto do júri.

Para entretenimento, o destaque no Parkshopping é uma arena de patinação no gelo, com pista de 450 m². Espaços lúdicos para crianças, cinemas, restaurantes com varanda para o parque e centro de eventos, além da tela de LED com 63 m², completam um oferta de lazer.

O projeto integrou o empreendimento ao Parque Getúlio Vargas, uma área verde de 28 mil m², onde a Multiplan investiu R $ 35 milhões em melhorias, como o lago com luminárias, um espaço e uma praça de eventos. “O primeiro a fazer compras é a natureza, o entretenimento, a fissura, os serviços e a sustentabilidade num determinado empreendimento”, diz o vice-presidente de desenvolvimento da Multiplan, Marcello Barnes.

Desenvolvido com foco no baixo custo condominial, o shopping é o 19º da Multiplan. Para Barnes, o item principal é uma planta fotovoltaica de 4.160 painéis com capacidade de produção de 1,3 megawatts. “O investimento foi de R $ 6 milhões”, diz.

A empresa também adotou placas solares no estacionamento, reúso de água, estação de tratamento de esgoto e chillers (resfriadores de água) de baixo consumo. Barnes afirma que “o custo condominial por metro quadrado do Parkshopping é 23% menor do que a média do portfólio da Multiplan”.

Master Imobiliário - Centro de Compras
Átrio. No topo do Patteo Olinda, claraboia fornece luz natural para a área interna  Foto: Thiago Medeiros / HBR Realty / Divulgação

No Patteo Olinda, inaugurado em abril, uma inovação foi o controle de ruído e menor consumo de eletricidade com o sistema de ar condicionado, que utiliza chillers de última geração. Segundo José Luiz Muniz, diretor do Grupo CM, o “chiller com tecnologia de rolamento magnético” tem eficiência 20% superior aos convencionais e reduz o barulho em até 50%. Ele ressalta a performance da “operação que não usa óleo” e cita os motores do sistema, que reduzem o consumo de energia elétrica em 20%.

Henrique Borenstein, diretor-presidente da HBR Realty, também aponta como ponto principal os equipamentos de ar condicionado, atrelados a três torres de resfriamento. É a termoacumulação, que tem como objetivo, reduzir o custo com energia. O sistema utiliza tanques de água gelada, que armazenam carga térmica de madrugada, quando o custo é mais baixo. São três tanques de 1,5 milhão de litros cada um. “Pode-se alcançar economia de luz de até 70%”, calcula Borenstein. Com bombas de recirculação, o conjunto custou US$ 11,7 milhões.

O Patteo Olinda tem sete pavimentos, incluindo os três de garagens. No terceiro piso comercial, destinado ao lazer, com cinemas e praça de alimentação, existe terraço com vista para o oceano. A fachada ventilada, que aproveita as brisas marinhas através de um vão no corpo da edificação, reduz a temperatura interna, gerando economia de energia no sistema de climatização de R$ 37 mil por dia.

Investimentos criam 8 mil empregos

Com investimento de R $ 500 milhões, o Patrocínio Olinda teve mais de 1 milhão de obras atuando nas obras. Agora, o shopping impulsiona uma economia local, com 5 mil empregos diretos. Existem lojas, pontos de gastronomia, lazer e serviços, além de cinemas, academia e uma universidade. É o primeiro shopping de Olinda, a cidade da Região Metropolitana do Recife. Com uma população de 391 mil habitantes é uma grande maior de Pernambuco.

Criado com base em entretenimento, entretenimento e natureza, o Parkshopping Canoas absorveu investimento de R $ 750 milhões. Foram criados 2,5 mil empregos na obra e, agora, são mais de 3 mil em sua operação.

Brasileiros desejam comprar na Black Friday, mas pretendem economizar

 Por Imprensa Mercado & Consumo

Dados do site e aplicativo de comparação de preços Zoom apontam que 95% dos consumidores brasileiros desejam fazer compras na Black Friday. Desses, 57% pretendem gastar mais de R$ 1.000 na data, que acontecerá em 23 de novembro.

Apesar disso, 67% não desejam comprometer o 13º salário com compras e 58% dizem que fizeram uma reserva para aproveitar as promoções. Cerca de 62% desejam aproveitar a ocasião para antecipar as compras de presentes para o Natal, como estratégia para economizar.

Para 77% dos consumidores, o preço é o fator determinante para fechar a compra. As categorias de produtos mais desejadas são: eletrônicos (53%), eletrodomésticos (52%), celulares/smartphones (50%), artigos de informática (38%) e itens de casa e decoração (23%).

“Na hora de escolher em que loja aproveitar a Black Friday, o preço é o fator determinante, mas isso não exclui a importância dos varejistas oferecerem uma boa experiência de compra. Isso se torna um desafio principalmente em um momento com uma demanda tão alta. Receber o seu produto no prazo e poder contar com um atendimento personalizado no pós-venda são fatores cada vez mais importantes para os consumidores”, afirmou Thiago Flores, CEO do Zoom.

“A Black Friday já está consolidada no mercado brasileiro. Na pesquisa desse ano, assim como nos anteriores, mais de 90% dos participantes afirmaram que pretendem aproveitar a data. Isso mostra que os varejistas já estão com operações maduras para apresentar descontos expressivos durante o evento”, esclareceu Flores.

Lançada a primeira criptomoeda voltada para o varejo, criada no Brasil

Será lançada em novembro a primeira criptomoeda voltada para o varejo. Batizada de Wibx ela deverá ser usada exclusivamente nas trocas entre marcas e consumidores do varejo. A moeda digital foi criada em São José dos Campos, a partir de um projeto que custou quase R$ 5 milhões em três anos, com o apoio do Grupo de Pesquisa em Engenharia de Software do ITA (Instituto Tecnológico Aeronáutico).

A criptomoeda deve funcionar como um sistema de pontuação aos consumidores quando acessam as páginas dos varejistas que utilizam a plataforma da Wibx. Para conseguir uma unidade da criptomoeda, chamada token, o cliente precisa recomendar o varejista em suas redes sociais.

Os tokens poderão ser usados para a aquisição de produtos ou serviços de varejistas oferecidos na plataforma e ainda trocá-los por outras criptomoedas em bolsas focadas nas moedas virtuais.

Os tokens não podem ser regulados pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), pois tem um uso específico, sendo, por isso, conhecidos como utility tokens. A oferta inicial da moeda não exige aprovação do controlador do mercado de capitais e será feita em um site, uma plataforma virtual, de forma semelhante ao que acontece nas ofertas de ações.

No início, serão oferecidos 12 bilhões de tokens, com um valor final previsto de US$ 0,04 por unidade, em processo que deve ser encerrado em fevereiro de 2019.