Arquivo mensais:janeiro 2019

O futuro é hoje à noite: as lições da NRF para os shoppings no Brasil

Impossível sair da maratona de visitas ao varejo americano e palestras do NRF Retail’s Big Show deste ano sem a convicção de que o tempo se esgotou. A hora é essa. Não tem como postergar planos, empurrar com a barriga, arrumar desculpa. O pesadelo da transformação total dos negócios transformou-se em realidade e, agora, das duas uma: diante do tsunami da mudança, ou você surfa a onda gigante ou será engolido por ela.

Não é necessário perder tempo discutindo a convergência entre online e offline, a importância do uso dos dados em favor da experiência do consumidor ou se a tecnologia vai substituir algumas das funções exercidas pelos humanos. Isso é jogo jogado. A ordem é aprender com os erros e acertos de quem está colocando tudo isso em prática.

Para os shopping centers, as principais notícias trazidas pelos ventos frios de Nova Iorque, são duas: a dissolução definitiva das fronteiras entre o físico e o digital e a ressignificação das lojas físicas.

Vamos por partes.

A experiência de quem entra na novíssima Nike House of Innovation, na 5a Avenida de Manhattan, depende se a pessoa possui ou não ou aplicativo da Nike instalado em seu celular. Por meio do telefone ela pode acessar informações dos produtos, pedir para experimentar determinado item, pagar e ir embora praticamente sem interagir com um funcionário. Quer mais? A maior vantagem competitiva do Walmart em relação à Amazon, no que diz respeito a produtos de consumo, é a ampla rede de lojas físicas onde os consumidores podem recolher suas compras feitas na web em áreas específicas nos estacionamentos. On e off. Lá e cá. Isso e aquilo. Essa agora é a regra do jogo, onde prevalece sempre a conveniência do consumidor.

Ao mesmo tempo, como consequência deste movimento, o significado das lojas físicas está mudando. Percorrendo o varejo da cidade que nunca dorme, é fácil comprovar isso:

  • A rede de drogarias CVS, não contente em vender medicamentos, também oferece consultas médicas e exames óticos.
  • No mezanino da Lululemon você pode desfrutar de sessões gratuitas de meditação.
  • A American Eagle liberou, na faixa, máquinas de lavar para uso dos estudantes da área da sua loja na Union Square.
  • Na J.Crew, além de comprar roupas, os homens podem fazer barba, cabelo e bigode.
  • Na American Girl, as meninas também podem cortar o cabelo e fazer as unhas, ao lado de suas bonecas.
  • Se quiserem tirar uma soneca e, de quebra, testar os produtos da Casper, os clientes podem usar The Dreamery, espaço anexo à loja do Soho
  • Os clientes da Kellog’s NYC, além de tomar café e comer cereal, jogam ping pong, trabalham e fazem reuniões no acolhedor espaço da loja
  • Na nova flagship da Levi’s, em Times Square, quatro costureiros trabalham para personalizar e ajustar os produtos comprados na loja e customizar itens com a ajuda de uma impressora de tecido.

Tudo junto e misturado.

E olha que nem mencionei o fenômeno do instore foodservice, que parece ter virado epidemia no varejo americano. Falo dos cafés, lanchonetes e restaurantes dentro das lojas, que se espalham por toda a parte. Há casos, como o da marca italiana 10 Corso Como, em que fica até difícil saber se é a loja que possui um restaurante, ou vice versa.

De acordo com Scott Malkin, fundador da Value Retail, empresa que desenvolve outlets com operações de luxo, “o papel do varejo físico não é mais distribuir produtos e sim construir valor para as marcas”. Ele está certo, em parte. Algumas lojas terão essa função, outras serão centros de distribuição de produtos comprados online, haverá ainda aquelas que funcionarão como showroom.

Certo é que as lojas são hoje algo bem diferente do que eram no passado e a venda por vezes será consequência do relacionamento e experiências vividas pelas pessoas nestes lugares. A integração de canais será obrigatória. Isso tudo obriga o shopping center a repensar sua própria identidade e essência – além do modelo de negócios, é claro.

As lições da NRF para os shopping centers, evidentemente, são muitas. E podem ser sintetizadas em uma única mensagem: é tempo de seguir em frente, inovar, repensar o negócio, rever estratégias. Não dá para voltar atrás. Não há tempo a perder. É hora de pé na tábua e mãos à obra. O futuro é hoje à noite.

 

RETAIL TRENDS PÓS NRF 2019

Confira os principais insights e conceitos apresentados durante a NRF Retail’s Big Show 2019. O evento traz um conteúdo exclusivo sob a curadoria dos especialistas do Grupo GS& que estiveram em Nova Iorque e traduzem para o público nacional a melhor forma de aplicar as tendências e novidades mundiais na realidade brasileira.

Saiba mais em: www.retailtrends.com.br

*Imagem reprodução

Shopping distribui canudos de alumínio de graça em SP nesta sexta

por: Redação Hypeness

Tá afim de trocar o canudinho de plástico por um de metal, mas não sabe como? Se você mora em São Paulo, seus problemas acabaram. O Shopping Taboão vai distribuir de graça o novo modelo de canudo.

A iniciativa faz parte da ação #CanudosNão, que pretende conscientizar as pessoas sobre formas de vida mais saudáveis e causas ligadas ao meio ambiente e solidariedade.

O gerente de marketing do shopping, que fica em Taboão da Serra, cidade da Grande São Paulo, diz que pretende diminuir os danos provocados ao meio ambiente. “Queremos mostrar ao nosso público que é possível buscar alternativas ao plástico para preservar o meio ambiente e reduzir o descarte dos produtos plásticos”, explica Mariuche Ismerin.

Depois do Rio de Janeiro, a cidade de Rio Grande no interior gaúcho vai proibir o uso de canudos de plástico. A lei foi aprovada em 2018 e estabelece multa de R$ 300 em caso de descumprimento. Além dos canudos de metal, os biodegradáveis são uma bela saída para auxiliar o meio ambiente.

Associação é criada para fortalecer o conceito de strip mall no Brasil

Os Strip Malls são uma tendência que vem se espalhando cada vez mais pelo Brasil e se apresentando como uma alternativa facilitadora no dia a dia dos consumidores. Atualmente não existem números oficiais que tragam o cenário nacional atual deste segmento, e foi pensando nessa carência de informações e na preocupação em difundir o conhecimento correto deste setor e defender os interesses de seus associados junto aos órgãos públicos, que nasce a ABMALLS – Associação Brasileira de Strip Malls.

A entidade será presidida por Marcos Saad, empresário com vasta experiência e interesse pelo segmento varejista e desenvolvimento e gestão de centros comerciais através da empresa MEC Malls. Segundo ele, uma das vantagens dos Strip Malls é a estabilidade do retorno financeiro pela fidelização do público local. “Nada mais cômodo que encontrar, no caminho de casa, no próprio bairro ou próximo do local de trabalho, um centro comercial com diversas lojas e serviços que facilitam o dia a dia. isso faz com que o público fique cativo e opte pelo Strip Mall. É o mesmo público do shopping center tradicional em outro momento de consumo”, Saad ainda completa “os Strip Malls são centros comerciais de rua muito bem organizados”.

Mas há muito mais vantagens. Entre elas estão o custo operacional inferior ao de um shopping center convencional, mix de lojas (tendo como principais segmentos: conveniência, serviços e alimentação), lojas dentro de um modelo personalizado, estrutura com amplo estacionamento, segurança, controlador de tráfego, condomínio estabelecido, operações sinérgicas e ambiente agradável. Normalmente, esses centros de conveniência são instalados em bairros de grande adensamento, para atrair redes líderes em seus respectivos segmentos. O aluguel das lojas e o merchandising basicamente são os responsáveis pela rentabilização do negócio.

Os empreendedores e os diversos segmentos que passaram a focar neste produto estão entre os pontos que motivaram o surgimento desta associação. “Primeiro porque é um produto que se demonstrou muito sólido em um período de instabilidade econômica e segundo porque, principalmente nos grandes centros, o tempo tem cada vez mais tem se demonstrado um dos principais focos de atenção das pessoas. Ou seja, com pouco tempo, conforto e segurança o consumidor consegue adquirir, no mesmo local, vários produtos e serviços de primeira necessidade”, explica o presidente da ABMALLS.

A gestão da ABMALLS será feita pela GS&Malls, empresa do Grupo GS& Gouvêa de Souza com ampla visão do mercado de shopping e de varejo, com vasto conhecimento de mercado adquirido por meio de trabalhos desenvolvidos em todas as regiões do Brasil e em diversos países da América Latina. Para Luiz Alberto Marinho, sócio-diretor da consultoria especializada, uma das missões da associação é dimensionar e estimular o crescimento deste mercado. “Não existe hoje nenhum número oficial a respeito da quantidade de Strip Malls espalhados pelo Brasil. A criação desta associação certamente irá colaborar, também, com a economia que envolve este setor”, explica Marinho.

Conceito de strip malls

O conceito de Strip Malls pode ser definido como centros de compras organizados, representando uma ótima alternativa de investimento, especialmente em termos de comércio local. Normalmente, os Strip Malls contêm um único piso, formados por uma faixa de lojas com visibilidade e acessos facilitados, e um amplo estacionamento em seu entorno. São modelos de negócio muito bem difundidos nos estados unidos e que já surgem em diversas cidades brasileiras, reunindo lojas de diversos segmentos prioritariamente de conveniência, serviços e alimentação.

Com isso, em um Strip Mall é possível se deparar com, fast food, academia, salão de beleza, pet shop, drogarias, cafeteria, clínicas, e até um pequeno supermercado, dentre outros, o que oferece aos moradores de um bairro um centro de compras completo e diversificado, tudo em um só lugar.

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BELLA CITTÀ SHOPPING: CAMPANHA INSTITUCIONAL DE 2019 FOCA NA COMUNICAÇÃO PARA DIFERENTES PÚBLICOS

Por abrasce.com.br

 

O Bella Città Shopping inicia o ano com uma campanha moderna e inovadora, que evidencia a credibilidade do empreendimento, localização e a história do Bella Città. O shopping que completou 20 anos em 2018, faz parte da vida dos clientes e é essa a mensagem que a campanha quer passar.

De acordo com Tatiana Diehl de Sousa, gerente de Comunicação e Marketing do Shopping, “a excelente localização e a tradição na vida dos passo-fundenses é algo que precisamos evidenciar, já que é um grande diferencial do empreendimento. O Bella Città é e sempre será único. O público já conhece a estrutura do Shopping, seu mix de lojas e tudo o que ele oferece, por isso, nossa intenção com essa campanha é fixar que o Bella Città é o Shopping do coração da cidade, do coração das pessoas.

Para Hique Barboza, diretor de Criação da campanha institucional de 2019 do Bella Città Shopping, a campanha prima por inovar e seguir a linguagem que está nas ruas, traduzindo a forma atual de comunicar. “Falando um pouco do conceito central, sabemos que inúmeras histórias se passaram no Bella Città, que, por 20 anos foi o único Shopping de Passo Fundo, pioneiro na cultura de Shopping Centers na cidade e na região. Esse é o ponto de destaque quando falamos no Bella Città: o Shopping já faz parte da vida de cada um, está no coração da cidade, no coração das pessoas”.

As histórias vividas por cada clientes, cada visitante do Bella Città nos seus 20 anos de história fica evidente na campanha, que oferece em três diferentes vt’s a possibilidade de diferentes públicos se identificarem com a campanha. “Nosso público é bastante variado, atraímos pessoas de diferentes idades, que vem ao Shopping para comprar, se divertir, para encontrar amigos. É exatamente essa a mensagem que queremos passar com essa nova campanha, a de que o Bella Città está no coração de todos os públicos, crianças, jovens, adultos e idosos. Esperamos que curtam nossa campanha, pensada para cada um de nossos clientes”, concluiu Tatiana Diehl de Sousa.